Este blog é um espaço para repensarmos nossa forma de ensinar e aprender no século XXI. Buscamos criar o novo a partir das interações entre os sujeitos conectados e interligados no mesmo desejo de evoluir.
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Mas afinal o que é ludicidade?

Mas o que é ludicidade?
Há muitas conceituações para ludicidade, algumas contradições e até confusões. Não é meu objetivo discuti-las aqui, e sim apresentar uma possibilidade de compreender o lúdico. Para traçar os contornos de como o considero, aproprio-me da conceituação de alguns estudiosos desse tema.
O primeiro aspecto a destacar é que as atividades lúdicas não se restringem ao jogo e à brincadeira, mas incluem atividades que possibilitam momentos de prazer, entrega e integração dos envolvidos. Segundo Luckesi2, são aquelas que propiciam uma experiência de plenitude, em que nos envolvemos por inteiro, estando flexíveis e saudáveis. Para Santin3, são ações vividas e sentidas, não definíveis por palavras, mas compreendidas pela fruição, povoadas pela fantasia, pela imaginação e pelos sonhos que se articulam como teias urdidas com materiais simbólicos. Assim elas não são encontradas nos prazeres estereotipados, no que é dado pronto, pois, estes não possuem a marca da singularidade do sujeito que as vivencia.
Na atividade lúdica, o que importa não é apenas o produto da atividade, o que dela resulta, mas a própria ação, o momento vivido. Possibilita a quem a vivencia, momentos de encontro consigo e com o outro, momentos de fantasia e de realidade, de ressignificação e percepção, momentos de autoconhecimento e conhecimento do outro, de cuidar de si e olhar para o outro, momentos de vida, de expressividade.
Uma aula com características lúdicas não precisa ter jogos ou brinquedos. O que traz ludicidade para a sala de aula é muito mais uma "atitude" lúdica do educador e dos educandos. Assumir essa postura implica sensibilidade, envolvimento, uma mudança interna, e não apenas externa, implica não somente uma mudança cognitiva, mas, principalmente, uma mudança afetiva. A ludicidade exige uma predisposição interna, o que não se adquire apenas com a aquisição de conceitos, de conhecimentos, embora estes sejam muito importantes. Uma fundamentação teórica consistente dá o suporte necessário ao professor para o entendimento dos porquês de seu trabalho. Trata-se de ir um pouco mais longe ou, talvez melhor dizendo, um pouco mais fundo. Trata-se de formar novas atitudes, daí a necessidade de que os professores estejam envolvidos com o processo de formação de seus educandos. Isso não é tão simples, pois, implica romper com um modelo, com um padrão já instituído, já internalizado.
A escola tradicional, centrada na transmissão de conteúdos, não comporta um modelo lúdico. Por isso é tão freqüente ouvirmos falas que apóiam e enaltecem a importância do lúdico estar presente na sala de aula, e queixas dos futuros educadores, como também daqueles que já se encontram exercendo o magistério, de que se fala da importância da ludicidade, se discutem conceitos de ludicidade, mas não se vivenciam atividades lúdicas. Fala-se, mas não se faz. De fato não é tão simples uma transformação mais radical pelas próprias experiências que o professor tem ao longo de sua formação acadêmica.
Como bem observa Tânia Fortuna, em uma sala de aula ludicamente inspirada,
convive-se com a aleatoriedade, com o imponderável; o professor renuncia à centralização, à onisciência e ao controle onipotente e reconhece a importância de que o aluno tenha uma postura ativa nas situações de ensino, sendo sujeito de sua aprendizagem; a espontaneidade e a criatividade são constantemente estimuladas4.

Podemos observar que essas atitudes, de um modo geral, não são, de fato, estimuladas na escola. Como afirmei em um texto recente, "as atividades lúdicas permitem que o indivíduo vivencie sua inteireza e sua autonomia em um tempo-espaço próprio, particular. Esse momento de inteireza e encontro consigo mesmo gera possibilidades de autoconhecimento e de maior consciência de si"5.
Considero como lúdicas as atividades que propiciem a vivência plena do aqui-agora, integrando a ação, o pensamento e o sentimento. Tais atividades podem ser uma brincadeira, um jogo ou qualquer outra atividade que possibilite instaurar um estado de inteireza: uma dinâmica de integração grupal ou de sensibilização, um trabalho de recorte e colagem, uma das muitas expressões dos jogos dramáticos, exercícios de relaxamento e respiração, uma ciranda, movimentos expressivos, atividades rítmicas, entre outras tantas possibilidades. Mais importante, porém, do que o tipo de atividade é a forma como é orientada e como é experienciada, e o porquê de estar sendo realizada. Ela deve permitir que cada um possa se expressar livre e solidariamente, que as couraças, bloqueios que se estabelecem, possam ser flexibilizadas e que haja um maior fluxo de energia.
A espontaneidade do indivíduo, sua auto-expressão e criatividade são bloqueadas quando ocorre a contenção da bioenergia, isto é, da energia vital que circula em nosso organismo através da corrente sanguínea e de outros fluidos energéticos como a linfa e os fluidos intracelulares. Mas este fluxo energético pode ser restabelecido através da mobilização da energia estagnada. Para que este processo seja entendido, trago algumas questões básicas da teoria reicheana, que nos permitem a compreensão dos bloqueios e desbloqueios da energia, que constituem a base para uma prática educativa lúdica.

Bibliografia

2 LUCKESI, Cipriano Carlos. Educação, ludicidade e prevenção das neuroses futuras: uma proposta pedagógica a partir da Biossíntese. In: LUCKESI, Cipriano Carlos (org.) Ludopedagogia - Ensaios 1: Educação e Ludicidade. Salvador: Gepel, 2000.

3 SANTIN, Silvino. Educação física: da opressão do rendimento à alegria do lúdico. Porto Alegre: Edições EST/ESEF - UFRGS, 1994.

4 FORTUNA, Tânia Ramos. Formando professores na Universidade para brincar. In: SANTOS, Santa Marli P.dos (org.). A ludicidade como ciência. Petrópolis: Vozes, 2001, p.116.

5 PEREIRA, Lucia Helena P. Ludicidade: algumas reflexões. In: PORTO, Bernadete de Souza (org.). Ludicidade: o que é mesmo isso? Salvador: Universidade Federal da Bahia, Faculdade de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, Gepel, 2002, p.17.

6 REICH, Wilhelm. A função do orgasmo. Problemas econômico-sexuais da energia biológica. Tradução de Maria da Glória Novak. 19 ed. São Paulo: Brasiliense, 1995, p.256.

7 REICH, Wilhelm. Análise do caráter. Tradução de Ricardo Amaral do Rego. 3 ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

8 REICH, 1995, p. 245-246.

9 KELEMAN, Stanley. Anatomia emocional: a estrutura da experiência. Tradução de Myrthes Suplicy Vieira. 3 ed. São Paulo: Summus, 1992, p.77.

10 Motilidade corporal é o fluxo interno, diferente do movimento, que se manifesta externamente; "é a vitalidade do padrão pulsátil, a força e a intensidade das pulsações dos órgãos que dão energia e identidade pessoal" (KELEMAN,1992, p.42).

11 REICH, 1995, p.255.

12 LOWEN, Alexander. Medo da vida. Tradução de Maria Sílvia Mourão Netto. São Paulo: Summus, 1989, p.81-82.

13 LOWEN, 1989, p.114.

14 LOWEN, 1989.

15 LOWEN, Alexander. Prazer. Uma abordagem criativa da vida. Tradução de Ibanez de Carvalho Filho. 6 ed. São Paulo: Summus, 1984.

16 LOWEN, 1984, p.29.

17 BOADELLA, David. Correntes da vida. Uma introdução à Biossíntese. Tradução de Cláudia Soares Cruz. 2 ed. São Paulo: Summus, 1992, p.11.

FONTE:
http://www.fw2.com.br/clientes/artesdecura/REVISTA/corpo_terapia/bioexpressao.htm

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Felizzzzzzzzzzz Natal Pessoal


sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Uberaba




"O rosto possui um olhar e uma irradiação da qual ninguém pode subtrair-se. O rosto e o
olhar lançam sempre uma pro-posta em busca de uma res-posta. Nasce assim a responsa-bilidade, a obrigatoriedade de dar res-postas. Aqui encontramos o lugar do
nascimento da ética que reside nesta relação de res-ponsa-bilidade diante do rosto do
outro, particularmente do mais outro que é o oprimido. É na acolhida ou na rejeição, na aliança ou na hostilidade para com o rosto do outro que se estabeleçam as relações mais primárias do ser humano e se decidem as tendências de dominação ou de cooperação. Cuidar do outro é zelar para que esta dialogação, esta ação de diálogo eu-tu, seja libertadora, sinergética e construtora de aliança perene de paz e de amorização "
(BOFF, 2004 pg. 139).

BOFF, Leonardo. Saber cuidar: ética humano – compaixão pela terra. 10ª ed,
Petrópolis, RJ: Ed. Vozes, 2004.

Ludotecas

As Ludotecas constituem-se num projeto de educação não formal que utiliza uma metodologia lúdica criativa. Podem ser aplicadas na escola ou fora dela.
Se originaram em meados do século XX, na Europa e nos Estado Unidos, inicialmente como um empréstimo de brinquedos. Após o III Congresso Mundial de Ludotecas, realizado em Bruxelas em 1984, passou-se a ter uma nova concepção de ludotecas, sobretudo inspiradas em experiências pedagógicas latino-americanas. Em Uberaba no ano de 1986 se fundou a FLALU confirmando a nova concepção de ludoteca onde se ressalta o protagonismo das crianças se expressando, ficando o empréstimo de brinquedos em enésimo plano.
Segundo Dinello (2004), as ludotecas possuem algumas qualidades como:
- O protagonismo de quem está em situação de jogo: a criança é livre para se expressar e criar, dando ênfase a sua autonomia.
- A interação de heterogeneidades dos protagonistas: crianças de diferentes idades e adultos interagindo, o que implica numa troca entre diferenças e conseqüentemente possibilidade de aprendizagem e de mudanças em cada um dos atores.
- Um espaço de afirmação de identidades: através das atividades lúdicas é possível desenvolver sentimentos construtivos, que de certa forma evitam a autodestruição pela agressão social.
- A complementaridade das áreas de expressão: por ser um espaço com uma variedade de atividades ludocriativas tende a envolver as cinco áreas de expressão: plástica, música, cenografia, jogos e folclore.
As ludotecas envolvem atividades de jogos recreativos, danças folclóricas, teatro, artes plásticas, artes musicais, narrativas, lendas, utilizando vários objetos como caixas, potes, roupas velhas, tecidos, etc.
Segundo Negrine (1994), os espaços lúdicos são ambientes férteis que favorecem a aprendizagem e o desenvolvimento, além de socializar os indivíduos. Assim, a criação de ludotecas, segundo ele, pode vir a ser uma das alternativas pedagógicas informais, interessantes dentro do nosso contexto social, uma vez que são inúmeras as crianças em situação de risco social.
As infinitas possibilidades de se desenvolver atividades de expressão, segundo Dinello (1998), podem ser agrupadas em cinco áreas específicas, que podem ser organizadas separadamente ou integradas umas as outras:
- Área de expressão plástica: através de traços e marcas de todo tipo; realização de esculturas e volumes utilizando massas e materiais diversos; colagens e criação de maquetes, relacionando tudo isso as estruturas lógico matemáticas.
- Área de expressão musical: com a exploração e produção de ruídos e sons diversos; ensaios de cantos e harmonização sonora; experiências de diferenciação auditiva, tudo naturalmente em relação com a alfabetização e comunicação social.
- Área de expressão cênica: utilizando disfarces, jogos de papeis, dramatização de contos e lendas, fantasias, máscaras, fantoches, representação de teatros, tudo com relação ao processo de amadurecimento da pessoa.
- Área de jogos e movimentos no espaço: com a evolução do corpo fazer jogos de corrida, saltos, cambalhotas, jogos de equilíbrio, jogos com objetos e circuito de obstáculos, tudo em relação a evolução da imagem do esquema corporal e da coordenação psicomotora.
- Área de iniciação cultural: com rodas e jogos tradicionais, cantos, narração de contos e lendas, tudo em relação a identidade da pessoa e valores culturais regionais.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Na vida tudo é passageiro!!!!!

Só não é passageiro o conhecimento adquirido ao longo da caminhada!

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Espaço de Expressão com Materiais Não Estruturados



Cada um se experimentando na interação com os colegas e com os objetos múltiplos.

Todos em situação de aprendizagem espontânea extraindo com alegria muitas descobertas na transformação dos objetos.

"O reconhecimento da diversidade exige uma abordagem metodológica articulada na multiplicidade de situações de aprendizagens e no uso polivalente do material pedagógico não estruturado. Como também exige flexibilizar as propostas curriculares de maneira que se possam incluir e implementar valores culturais das comunidades regionais" (Raimundo Angel Dinello, Expressão e Criatividade - Novo Paradgma em Educação e Para o Ensino, p.38)

"As infinitas possibilidades de desenvolver atividades de expressão podem-se agrupar em cinco áreas específica, que podem organizar-se separadamente ou em integração de áreas segundo as expectativas pedagógicas que o docente encara." (Raimundo Angel Dinello, Expressão e Criatividade - Novo Paradgma em Educação e Para Ensino, p.42)

Expressão: Música

Herdeiros do Futuro

Composição: Toquinho / Elifas Andreatto
 
A vida é uma grande
Amiga da gente
Nos dá tudo de graça
Prá viver
Sol e céu, luz e ar
Rios e fontes, terra e mar...

Somos os herdeiros do futuro
E pr'esse futuro ser feliz
Vamos ter que cuidar
Bem desse país
Vamos ter que cuidar
Bem desse país...

Será que no futuro
Haverá flores?
Será que os peixes
Vão estar no mar?
Será que os arco-íris
Terão cores?
E os passarinhos
Vão poder voar?...
Será que a terra
Vai seguir nos dando
O fruto, a folha
O caule e a raiz?
Será que a vida
Acaba encontrando
Um jeito bom
Da gente ser feliz?...

Vamos ter que cuidar
Bem desse país
Vamos ter que cuidar
Bem desse país...

Será que no futuro
Haverá flores?
Será que os peixes
Vão estar no mar?
Será que os arco-íris
Terão cores?
E os passarinhos
Vão poder voar?...

Será que a terra
Vai seguir nos dando
O fruto, a folha
O caule e a raiz?
Será que a vida
Acaba encontrando
Um jeito bom
Da gente ser feliz?...

Vamos ter que cuidar
Bem desse país
Vamos ter que cuidar
Bem desse país...

domingo, 29 de novembro de 2009

Prof. Dr. Raimundo Dinello


O Pai Criador da Pedagogia da Expressão, metodologia ludocriativa , uma pessoa fantástica que merece todo nosso carinho

Dr. Prof. Raimundo Ángel Dinello *

(biografía académica)
*Professor de Educação Física em Isef – Montevidéu, 1959. *Licenciatura em Ciências Psicológicas com Orientação em Educação na Universidade Livre de Bruxelas, 1968. * * Doutor em Ciências Psicológicas na Universidade Livre de Bruxelas, 1972. *Professor de Sociologia da Educação na ULB. Bruxelas (1973 -1985). *Professor de Questões de Aprofundamento em Psicologia Social na ULB, Bruxelas (1975 -76). * Professor do Curso de “Análise dos sistemas de educação e das tecnologias do Ensino” na ULB. Bruxelas (1980 -1982).
Professor Visitante para o Curso de: -“Inovações Pedagógicas” Universidade de Neuchâtel, Suíça (1982). –“Metodologia do Ensino” Universidade federal de Santa Maria, Brasil. Orientação do Projeto da extensão da Educação Infantil e implantação da Formação dos Professores na Universidade (1983 – 1985). * Diretor do Programa de Formação de Recursos Humanos para transformar as Faculdades integradas em Universidade de Uberaba (1986 – 1988). *Professor e assessor pedagógico para o “Novo Currículo de Educação Infantil na Universidade de Tandil; Argentina (1989 -1992). *Assessor pedagógico para o programa de Extensão da Educação Inicial no Projeto da UNICEF e ANEP, Montevidéu (1993).
Formador em Seminários Internacionais: * Formação permanente para educadores e docentes do Cantón de Vaud, Suíça (1996 – 2009). * Formação em Metodologia Ludocriativa na Universidade da Patagônia, sede Esquel (2000 -2002). * Projeto de Formação de Professores da Municipalidade de Pico Truncado, Argentina (2003 – 2005). *Seminário Internacional de Formação ao Ensino dos Direitos Humanos e da Paz, em Genebra (2000 – 2005). * Formação de Educadoras do Projeto “Nossas Crianças” da Municipalidade de Montevidéu; (2005 -2006).
Ensino e pesquisa: Pesquisa sob Formação de educadores e professores. PAPPUM/MEC/UY Montevidéu (2006). Professor UDELAR/Isef Montevidéu e Maldonado na matéria: Sociologia da Educação (2008 -2009). *”Professor “Sociología da educaçao” e “ Pedagogia Lúdica” em UDE no Programa de Maestria e Doutorado, Montevidéu 2009. Coordenação para Projetos de Pós-graduação em Ciências da Educação em UDE (2009).
Congressos Internacionais: “As crianças nas Sociedades em Processos de transformação” Conferencia fundamental no Congresso da XVI Assembléia Mundial da OMEP (Genebra 1983). “A nova proposta de Formação de recursos Humanos” no VIº Congresso Nacional de Educação Pré-escolar (Porto Alegre 1985). -“As Ludotecas” Congresso Latino-americano no Circo do Povo (Uberaba 1986). – “Processo de Identidade Intercultural” Congresso da UNESCO (Ohrid, Yugoslávia, 1987). – “A proposta lúdica” no V Seminário Latinoamericno de Educação Infantil (Neuquén, 1988). – “A Interculturalidade” no Fórum de Formação Permanente (Neuchâtel 1989). –“A Expressão criativa” no Fórum da Criatividade e Identidade Cultural na Educação ( Olímpia 1991). –“Os Jogos e As Identidades” no Seminário Latinoamericno. (Bucaramanga 1991). “Dimensões Culturais dos Jogos” na XIII Assembléia Mundial da Internacional Play Association (Helsinki, 1996). – “A proposta metodológica” no Fórum da expressão Ludocriativa. (Lavigny 1998). –“Os jogos, os brinquedos, as Ludotecas” (Tenerife 1999). – “A Pedagogia da Expressão” no Seminário UNESCO – BIE sob a Convivência (Genebra 2003) -“Perspectivas Pedagógicas na Posmodernidade” no V Seminário Internacional de Educadores (Santa Maria 2004). –“A formação da Cidadania” no Fórum pedagógico (Montevidéu 2006. “As perspectivas Lúdicas” no V Congresso Internacional de Lúdica e Pedagogia (Santa Marta 2009).
Edição de Livros:- “The Rigth to Play” Stockholm 1980. –“Fondements Socio-pedagogiques” Bruxelas 1982. “Adolescents entre deux Cultures” Paris 1985. –“Psychopédagogie Interculturelle” Fribourg 1987. –“Expresión Lúdico Creativa” Montevidéu 1989. – “Pedagogia de la Expresión” Montevidéu 992. – “El Juego – Ludotecas” Montevidéu 1993. -*Artexpresión Creativa ” Montevidéu 1997. –“Lúdica y Recreación” Bogotá 2000. –“Ludocreatividad” Revista de Magistério, Bogotá 2006. –“Tratado de Educación” Montevidéu 2007. –“Pedagogia da expressão” Uberaba 2009.

sábado, 28 de novembro de 2009

Protagosnistas


Amigos protagonistas.....
Saudades de todos!!!!

As Ludotecas

As Ludotecas

Ludoteca que vem sendo realizadas as terças-feira no período vespertino e sextas-feira no período matutino em Uberaba/MG, no CEMEA Dona Lindu - bairro Boa Vista:


De acordo com Raimundo Dinello, as ludotecas são um espaço de expressão lúdico criativa de crianças, jovens e adultos. Têm a finalidade de favorecer o desenvolvimento da pessoa humana numa dinâmica de interatuação lúdica. Proporciona a estruturação afetivo-cognitivo da criança, socializam criativamente o jovem e mantêm o espírito de realização do adulto.

Funcionam num local amplo, ou ao ar livre nas Praças Públicas, nos Parques arborizados, ou em centros educacionais não formais, ou em ante salas de hospitais, de supermecados, de estação de ônibus, etc. Possuem uma regularidade de horário, ou seja, tem um dia certo para funcionar, desta forma a população local pode se organizar para participar da ludoteca.


As ludotecas envolvem as cinco áreas da Expressão: artes plásticas, cênicas, jogos recreativos, contos folclóricos, artes musicais, utilizando objetos múltiplos de sucata, fantasias, bolas, cordas, tintas, revistas, jornais, argila, brinquedos, madeiras, instrumentos simples de musicalização.
O Jogo - Ludotecas. Raimundo Dinello.